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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Aventuras em Flushing Meadows - Surpresa na quadra 5


O final da Day Session estava bem perto do fim. É visível ver bastantes pessoas indo embora e muitas outras chegando. Quem compra o ingresso para a sessão noturna pode entrar no complexo apenas a 6 da tarde e durante a noite ocorre somente dois jogos na quadra principal. Se der sorte, pode pegar ainda algum outro jogo ocorrendo nas quadras menores.

Repito o que disse no primeiro post desta série: a sorte estava ao meu lado. Havia conhecido grande parte do complexo mas tinha me esquecido ir visitar o outro lado, as outras quadras e algumas lojas. Durante o caminho, encontrei um dos principais árbitros de cadeiras do mundo, o brasileiro Carlos Bernardes. Conversei com ele bem rápido. Foi atencioso e aceitou tirar uma foto numa boa. Cumprimentei-o pelo excelente trabalho e segui para o outro lado





Ao chegar próximo da quadra 5, percebo que era a brasileira juvenil Bia Haddad treinando. Já tinha ficado animado e mas a maior surpresa foi quando olhei quem estava treinando com ela. Gustavo Kuerten. Foi a surpresa do dia. Não esperava jamais encontrar o Guga ali e ainda ter a oportunidade de ver seu backhand magistral. Ainda anda muito a bola do Guga. Alguns momentos eram bem interessantes. Ele parava e “ajeitava o quadril”. Fiquei muito espantado ao saber disso. Quem me contou foi o jornalista do GloboEsporte.Com e do blog Saque e Voleio, Alexandre Cossenza. Também o encontrei lá assistindo os brasileiros treinarem e bati um papo com ele. Foi muito gente boa.


Logo depois, chegou o outro juvenil brasileiro Thiago Monteiro. Treinou devoluções com Guga que o instruía quase toda hora. Muito legal ver este tipo de atitude do eterno número 1 do mundo. Todo saque era seguido de um conselho ou um elogio. Esta interação entre os novos jogadores com os mais experientes é muito boa. Quem não quer receber um conselho de um Tri-Campeão de Roland Garros ?

Quando o treino encerrou, vários brasileiros e outros gringos foram tirar foto e pegar autógrafos com Guga. Esperei diminuir o pessoal e consegui uma “exclusiva”. Me impressionou bastante a simplicidade e o tanto que fanático por futebol do Manézinho da Ilha. Extremamente simpático, estava desesperado para o resultado do Avaí. Fiquei na rodinha vendo ele conversar com os outros jogadores e com o Cossenza. Desejei boa sorte ao Thiago Monteiro, me despedi deles e fui para quadra central acompanhar os dois últimos jogos do dia: Ana Ivanovic x Stephens e Novak Djokovic x Nikolay Davydenko. Mas este post fica para amanhã, no qual falarei sobre a sessão noturna e na maior quadra de tênis do mundo, a Arthur Ashe Stadium.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Aventuras em Flushing Meadows - O Complexo

Novamente, para quem ama tênis é algo inexplicável. A cada passo que dava no complexo ficava de boca aberta. Entrei junto com as mulheres que comprei o ingresso e elas ficaram impressionadas com a minha emoção. Uma delas até falou “you really Love tennis”. A verdade é que sempre fui muito fan deste esporte mas depois do blog passei a respirar tênis.

A parte principal do National Tennis Center é um verdadeiro paraíso. São 17 quadras menores e as três principais: Arthur Ashe Stadium, Louis Armstrong Stadium e GrandStand, em graus de importância respectivamente. A única que precisa realmente do ingresso é a Arthur Ashe por ser a principal e onde os jogadores mais badalados se apresentam. Assistir as partidas na quadra central é muito legal porém as que transmitem maior emoção são as menores pois ficamos muito (muito!) perto dos jogadores. Mais perto que isto, só se entrássemos dentro da quadra. É como se fosse assistir uma partida de Grand Slam em um clube qualquer.

Tive a oportunidade de ver Maheshi Buphati e Leander Paes jogando contra Mayer/Wassen na quadra 11. Neste mesmo local, assisti a maravilhosa tenista tcheca Hlavackova com a compatriota Hradecka jogando contra as alemãs Julia Goerges e a simpaticíssima Andrea Petkovic. Tudo isto muito perto e muito fácil de pegar autógrafos.

Após o duelo de duplas dos homens, me dirigi a quadra 17. Esta já é maior com arquibancadas de ambos os lados. Assim como na Louis Armstrong e GrandStand, para conseguir um lugar na arquibancada é preciso pegar uma fila e esperar. Para minha sorte, no intervalo do 3º para o 4º set, liberaram apenas 1 lugar. A organizadora perguntou se tinha alguém sozinho e o único sozinho era eu. Peguei um bom lugar, bem na reta da linha de base. Assisti ao último set da partida entre o ucraniano Alexander Dolgopolov e o croata Ivo Karlovic. A velocidade do serviço do croata é ainda mais impressionante ao vivo. Fiquei com dó dos juízes de linha. Após a partida, pedi para o Dolgolopov dizer um “hello for Brazil” mas ele só olhou para a câmera e não disse nada.

Além das atrações dos jogos, as lojas são o perigo para o bolso de todos que estão ali. Lojas como Nike, Lacoste e Ralph Lauren são totalmente voltadas ao tênis. Muitas coisas legais e bem caras. Na loja da Nike, 90% das roupas são da marca de Roger Federer e Rafael Nadal, com esmagadora maioria para o suíço. Dentre as outras, é a loja com o preço mais acessível. Lacoste já é um pouco mais sofisticado e mais caro. Já a Ralph Lauren é a com maior espaço e muitas coisas legais porém o preço é absurdo. Uma camiseta chega a custar cerca de 80 dólares.

Na parte de alimentação, não dá para esperar muita coisa a não ser os tradicionais hambúrgueres e fast food americano. A bebida alcoólica também é liberada. Encontra-se uma grande variedade de bebidas e até mojitos. A lata de Heineken custa cerca de U$6.50.

O complexo é bem grande e impossível de conhecer tudo em apenas um dia. Tem museus e mais um monte de entretenimentos. Este foi o máximo que consegui descobrir em apenas um dia e tendo que conciliar com vários jogos. Abaixo, deixo um pequeno vídeo que fiz com algumas pequenas filmagens e fotos. Dá pra ter um pouco de noção de como é estar em um lugar destes. A qualidade da máquina é fraca por isso fica aqui meu pedido de desculpas por não oferecer uma qualidade melhor. Espero que curtam e até o próximo post desta série!


terça-feira, 6 de setembro de 2011

Aventuras em Flushing Meadows - Parte 1

Amigos leitores, final de semana memorável no National Tennis Center. Como quero deixar registrado várias coisas aqui no blog, decidi dividir em partes. Espero que curtam a primeira delas !




A ansiedade chegou forte na noite anterior. Medo de dar tudo errado e voltar frustrado. Mal consegui e dormir. E quando peguei no sono, sonhei que tinha ido ao torneio e esquecido o ingresso em casa. Ainda bem que tudo não passou de um pesadelo.

Uma hora e meia antes do despertador tocar, já estava acordado. Com o famoso frio na barriga, confiro se todos os documentos e ingressos estão comigo mais de quatro vezes. No US Open é proibido entrar com mochila de costas portanto arrumei uma pastinha e coloquei o ingresso nela junto com o mapa do metrô de New York. Diferente dos estádios no Brasil, todos que visitei aqui nos EUA são muito próximos ao metrô e o National Tennis Center não é diferente. A foto acima foi tirada ainda na estação e fica possível ver o tão perto que é de chegar ao US Open. Ao sair do metrô, tem uma passarela que leva diretamente ao complexo.

Ao chegar nas bilheterias, procuro pelo Ground Pass. Este é o ingresso que te dá acesso a todo o complexo menos à quadra principal, Arthur Ashe Stadium. Todos esgotados desde às 8h da manhã, fico preocupado mas a sorte estava ao meu lado. Vejo um grupo de mulheres com alguns ingressos na mão e me dirijo a elas perguntando se estavam vendendo. Elas disseram que estavam com apenas 1 bilhete sobrando. Mais sorte ainda, elas não eram cambistas e cobraram o preço normal. Detalhe: o ingresso era válido para todos os jogos da Arthur Ashe Stadium durante a Day Session. Na minha cabeça, automaticamente, veio a frase: “Vou ver o Federer!”. Sem titubear, comprei.





Antes de entrar no complexo principal, dei uma volta pelo parque onde estão localizadas as East Practice Courts. Não é preciso ingresso ou algo do tipo para conhecer este local. É bem bonito, muito arborizado e estas quadras são onde ocorrem o qualy e várias partidas da chave juvenil. Não é muito legal assistir aos jogos nelas pois não tem placar e não tem divisão entre elas. São três quadras dentro de um alambrado e várias vezes o jogo tem que parar porque a bolinha foi para outra quadra no meio do ponto. Confesso que achei meio desorganizado. Antes de me dirigir a entrada das quadras principais, encontrei o juvenil brasileiro Karue Sell que iria jogar a última rodada do qualy contra um tenista francês. Desejei boa sorte (o que não ajudou muito) e fui para a fila da entrada.



Bem organizado e muito rápido, em menos de cinco minutos entrei no complexo e já fiquei maravilhado com o tamanho da quadra principal. Impressionado, avistei logo o telão e a famosa fonte que sempre aparece na TV. Pra quem ama e respira tênis como eu, era algo emocionante. O clima estava perfeito para curtir um dia inteiro de tênis. Entrei no National Tennis Center exatamente às 10h53min e sai somente a 0h15min.

No próximo post, irei falar sobre o complexo e os jogos que assisti nas quadras menores. Espero que tenham gostado !


quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Chegou a minha vez !


Amigos leitores

Por tanto tempo esperei chegar este dia. A ficha ainda não caiu mas amanhã embarco para Nova York e no Sábado estarei em Flushing Meadows, vulgo US Open. Esperei por muitos anos este momento e só agora realizarei este sonho de ir a um Grand Slam.

Meu ingresso principal vale para a sessão noturna da Arthur Ashe Stadium, quadra principal. É praticamente certeza que assista a um jogo de algum cabeça de chave e muito provável um dos top 4. Acredito que possa ser Federer ou Djokovic, visto que os dois jogaram hoje (o suíço já venceu e Nole está jogando agora) e descansam amanhã.

Irei para Flushing bem cedo e tentarei comprar uma espécie de passe que dá acesso ao complexo para assistir os jogos das quadras menores. Torço muito para que tudo dê certo e eu consiga produzir um material legal para o blog.

Estou ansioso e com a certeza de que este será o primeiro de muitos ! Obrigado pela força de todos vocês. Vamos !!

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Sorte e competência


O título do post reflete bem o atual momento de Rogério Dutra da Silva. O tenista de São Paulocomprova que , se o trabalho for bem feito, a recompensa tarda mas não falha.

Quando convocado como titular para a Copa Davis no Uruguai, existia ainda um “pé atrás” sobre Rogerinho. O paulista venceu seus jogos com um tênis convincente e embalou para se sagrar campeão no forte challenger de Campos do Jordão. No US Open, perdeu no 3º set no último jogo do qualy e ficou esperando uma vaga como o 2º Lucky Loser, ou seja, teria que esperar dois jogadores desistirem de disputar o Major para poder entrar na chave principal. E esta oportunidade apareceu a apenas algumas horas do confronto. O sueco Robin Soderling desistiu de disputar devido a uma lesão e o brasileiro entrou em seu lugar.

Contra o irlandês Loukas Sorensen, 618º do mundo, Rogerinho fez sua estréia em Grand Slams aos 27 anos de idade e não só fez bonito como também contou com a sorte. Vencia por 2 sets a 1 quando seu adversário se retirou da partida. Ninguém imaginava que Rogerinho seria o único brasileiro sobrevivente na segunda rodada do Major Americano. Na próxima rodada, enfrenta o tenista da casa Alex Bogomolov Jr.

Outros dois brasileiros fizeram muito bonito hoje. Ricardo Mello enfrentou o francês Gilles Simon, nº 12 do mundo e deu muito trabalho. Em mais de 3 horas e meia de partida, Mello perdeu apenas no 5º set. Parciais de 3-6, 6-3,6-4,3-6 e 6-4. Por muito pouco, Ricardinho não conseguiu um baita resultado.

O outro atleta brasileiro que estreou em Grand Slam foi João Olavo Souza, o Feijão. Após furar o qualy, Feijão encontrou o experiente tenista americano Robby Ginepri que já foi 15 do mundo. Apesar de estar na 363º posição do ranking, Ginepri demonstrou sua experiência e conseguiu ser melhor que o brasileiro nos pontos importantes. Feijão, que jogou muito no 3º set, perdeu a intensidade e me pareceu sentir um pouco de cansaço no 4º set. No geral, uma boa partida do brasileiro que lutou muito. Parciais de 6-3,6-4, 6-7(5) e 6-1 em 2 horas e 57 minutos de partida.

Mais outros dois brasileiros estrearam hoje. André Sá , que formou dupla com o belga Oliver Rochus, perdeu para a dupla formada entre o argentino Horacio Zeballos e o austríaco Julian Knowle em 3 sets. Bruno Soares assinou na chave de duplas mistas com a belíssima australiana Jarmila Gajdosova e venceram por 2 sets a 0 a dupla austríaca formada por Tamira Paszek e Alexander Peya.

Grande zebra na chave de duplas foi a queda logo na primeira rodada dos irmãos Bryan para o croata Ivo Karlovic e o alemão Frank Moser. A última vez que a dupla número 1 do mundo perdeu na estréia foi no Australian Open em 2001. Parciais de 6-4,2-6 e 6-2.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Inacreditável


Derrotas como a de hoje é muito complicado de acreditar e mais difícil ainda de aceitar. O adversário ? O israelense Dudi Sela, nº 93 do ranking e nenhum título nível ATP. Apenas alcançou uma final em Pequim no ano de 2008. Um adversário "ideal" para uma estreia de Grand Slam.

Bellucci abre 2 sets a 0 e ainda tem uma quebra de vantagem no 3º set. Tudo tranquilo até que o brasileiro discute com o árbitro e tem seu saque quebrado. A partir deste game, o inacreditável aconteceu. Thomaz Bellucci "desistiu"da partida. Fiquei em estado de choque ao ver o brasileiro aceitar uma derrota como esta.

Como é difícil explicar uma derrota destas, pedi ao ex-tenista top 100 do mundo, Alexandre Simoni, dar um pitaco sobre a partida e especialmente sobre o brasileiro. Simoni, que já enfrentou e venceu Dudi Sela, destacou bastante a falta de variação de jogadas e a atitude do brasileiro. Confira:

"US OPEN 2011 chegou e já acabou para o Thomaz Bellucci tão rápido quanto o Furacão Irene. Por que ? O que está acontecendo com o Bellucci ?

Para os que viram o jogo inteiro, puderam ver o Thomaz firme no começo do jogo, cadenciando os pontos e minando o Dudi Sela. Bola pesada de um lado para o outro, saque indefensáveis. Sela não sabia mais o que fazer até o meio do terceiro set quando estava 6x4 6x2 3x2 e saque para Bellucci. A partir daí, Bellucci apagou, não reagia, cara fechada, baixou a cabeça e se enfiou num buraco sem fundo. Sela, esperto, mudou o jogo. Começou a tirar a bola da cintura, slices, sacar e subir na rede. Enfim, mudou totalmente a tática do jogo e Thomaz não mudou nada, apenas trocando pancadas de fundo de quadra.

Não vi em nenhum momento ele variando o saque, dando slice, bolas altas, voleando, ou seja,ter algum plano B. Por que NUNCA muda? Já faz muito tempo que não vejo ele fazer nada de diferente, sempre a mesma coisa. Se está entrando ele pode ganhar de qualquer um, mas se não está dando certo, perde de qualquer um também.

O que será que esta faltando para ele? Para mim além de mudar muita coisa no repertório de golpes, a cabeça de uma vez por todas precisa estar no nível do jogo dele, se não ficará difícil. Está entre os melhores do mundo, jogando US OPEN, primeira rodada contra um jogador bem ganhável, tudo a seu favor e do nada no jogo ele abre as pernas e não reage ?

Desanimador ver atitudes como essa. Primeiro por ele e segundo para o tênis Brasileiro, já que estamos em baixa.Todos torcem, mas nada adianta os torcedores sempre apoiando se o jogador não estiver a fim de deixar o sangue na quadra. Era gritante a diferença dos olhos do Sela e do Bellucci. Sela querendo comer o Bellucci, saindo faísca dos olhos e o Bellucci parecia que estava triste, sem sangue nas veias. Bom, infelizmente o Brasil começou perdendo nesse primeiro dia do US OPEN, mas vamos torcer pelo Feijão,Ricardinho e para o Rogério entrar na chave se alguém desistir. Abraços, Alexandre Simoni. "

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

O último Grand Slam do ano


Não será dessa vez que veremos Thomaz Bellucci ir muito longe em um Grand Slam. Porém, o brasileiro,muito provavelmente, terá a honra de enfrentar Roger Federer logo na segunda rodada. O suíço é o único tenista do top 4 que Bellucci ainda não enfrentou.

O paulista paga o preço pela má campanha neste segundo semestre do ano em que não conseguiu resultados expressivos e deixou de ser cabeça de chave do Grand Slam. Bellucci deu sorte na estreia e enfrenta o israelense Dudi Sela, nº 94 do ranking. A partida iria ocorrer na segunda feira mas devido ao Furacão Irene deve ser remarcada para terça ou quarta.

O outro brasileiro, Ricardo Mello, também não deu sorte no sorteio da chave e encara o francês Gilles Simon logo na primeira rodada.
Por muito pouco, Rogerinho não furou o qualy. Perdeu no último jogo para o ucraniano Sergei Bubka em melhor de três sets com parciais de 6/2, 4/6 e 6/3. O brasileiro está como lucky-loser e espera por alguma desistência para entrar na chave principal.

João "Feijão" Souza acaba de vencer sua partida final e entrar na chave principal. É a primeira vez de Feijão numa chave de um Slam. O atual número 90 venceu o belga David Goffin por duplo 7/5 e garantiu sua vaga. Belíssimo resultado comprovando sua boa fase. Até o momento, não foi divulgado seu futuro adversário.

Outros tops:
Rafael Nadal e Novak Djokovic não terão muito problemas para avançar aos dias finais do Major americano. O espanhol estreia contra o kasaque Andrey Golubev. Pode encontrar David Nalbandian numa terceira rodada e Mikhail Youhzny nas oitavas. Já o sérvio tem uma chave bem tranquila. Estreia contra um jogador vindo do qualy e pode ter algum trabalho nas oitavas quando tem chances de pegar Alexandr Dolgopolov ou Richard Gasquet. Nas quartas, olhos atentos para Gael Monfils ou Tomas Berdych. E na semi, um possível duelo contra Roger Federer.

Andy Murray estreia contra o indiano Somdev Devvarman e pode ter Feliciano López na terceira rodada. Com a cabeça no lugar, tem tudo para encontrar Rafael Nadal nas semifinais e ter a revanche da semi de Wimbledon.

Voltando a falar de Roger Federer, o suíço pode reencontrar Jo Wilfried-Tsonga nas quartas de finais. O número 3 do mundo vem de duas derrotas consecutivas para o francês. Se não for Tsonga, as chances de enfrentar o confiante Mardy Fish também são boas. Porém, acho que não causaria muito trabalho a Fed. Na semi, o possível duelo contra o número 1 do mundo.

Devido ao furacão, os jogos irão começar na Segunda-Feira.